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16 de Maio de 2021

Advogando sozinho

Como gerenciar o trabalho sem enlouquecer

Camila A. Sardinha Rodstein, Advogado
há 6 anos

Muitos advogados, assim como eu, optam por atuarem sozinhos, como autônomos, por razões diversas. A primeira delas é o fato de escritórios de advocacia, de um modo geral, oferecerem propostas de trabalho extremamente avessas ao bom senso, conforme já dito no post Propostas Indecorosas na Advocacia. A segunda é que ser autônomo tem lá suas vantagens: trabalhar na hora que quiser, do jeito que quiser, da forma que bem entender. A liberdade para se atuar conforme o que se acredita e o que se julga correto é mesmo tentadora.

Todavia, como tudo na vida, tem seus contras também. E um dos maiores é conseguir gerenciar todo o trabalho.

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O primeiro grande problema do advogado autônomo é captar clientes e construir uma clientela estável, já que é de honorários que vivemos. Já falamos sobre a captação de clientes no post Marketing e Captação de Clientes na Advocacia.

Entretanto, dado o primeiro passo, logo vem o segundo, o terceiro, o quarto... E quando percebemos, estamos atolados de trabalho! O que começa com uma petição aqui, uma audiência lá, logo se transforma em um volume gigantesco de processos para se acompanhar, prazos a cumprir (que frequentemente se acumulam, diga-se de passagem!), e cada vez chegando mais e mais clientes com casos novos. Com o volume de trabalho, muitas vezes nos vemos fazendo malabarismo com as tarefas a serem cumpridas, o que gera muito estresse, dor de cabeça e nos deixa à beira da loucura.

E gerenciar o trabalho também faz parte do jogo de cintura de todo advogado autônomo. Trabalhar sozinho é desempenhar todas as funções de um escritório de advocacia. Você atende os clientes, capta novos clientes, redige as petições, despacha com os juízes, faz as audiências, acompanha os andamentos processuais, e também é seu próprio contador, secretário, etc.

Então como conseguir crescer na advocacia, sozinho, sem enlouquecer?

O ideal é fazer uma divisão das principais tarefas, e selecionar dias e horários específicos para cada uma delas. Vamos uma por vez:

1. Buscar novos clientes e novos casos

Para crescer, sempre precisamos captar novos clientes. Então é necessário deixar um tempo livre para isso. A forma como cada um vai fazer essa captação depende muito da sua dinâmica, na verdade. Como já disse acima, fiz um post com dicas para se ampliar a clientela, mas cada um vai se encontrando no seu próprio jeito de atuar.

Mas é interessante reservar um tempo da semana para isso. Por exemplo, o Jus Brasil disponibiliza um meio de comunicação muito interessante entre advogados e clientes em potencial. Algumas pessoas fazem perguntas sobre casos reais e advogados PRO (que assinam o plano PRO) podem responder. Muitas vezes, é o contato inicial com um novo cliente. Sendo assim, é interessante reservar 1h por dia, por exemplo, para responder a esses casos. Sempre lembrando que não basta responder de qualquer jeito, mas sim de uma forma a demonstrar profissionalismo e seriedade.

Eu também recebo emails de clientes pelo blog, bem como mensagens inbox na fanpage do Facebook. Então também reservo um horário por dia para responder a todos.

Caso você publique textos, é interessante reservar algumas horas por semana para a confecção desses textos, também focando sempre no profissionalismo e seriedade.

Junto com captar novos clientes, vem as consultas jurídicas. É necessário que o advogado tenha horários livres para essas consultas. Um bom jeito de não se atrapalhar no meio do grande volume de trabalho é reservar dias ou horários para atender aos novos clientes. Se as consultas serão todos os dias de manhã, ou todos os dias pela tarde, ou em dias específicos da semana.

Por exemplo, eu costumo atender clientes toda segunda, quarta e sexta (em qualquer horário, dentre uma ida e outra ao Fórum). Terças e quintas reservo para escrever petições e estudar os casos. Às vezes marco clientes próximos um do outro, atendendo vários novos casos em seguida. Depois estudo um por um para dar entrada na ação.

2. Acompanhamento dos processos em andamento e cumprimento dos prazos

Acompanhar publicações é o fardo de todo advogado. É por meio das publicações que acompanhamos o andamento dos processos, e, por óbvio, acompanhá-los é de suma importância. Cumprir os prazos, então.. Mais importante ainda!

Perder um prazo pode custar o sucesso de uma ação.

Existem programas que podem nos auxiliar e algumas das OABs fornecem um para advogados com a anuidade em dia. A OAB/SP, por exemplo, possui convênio com a Advise Brasil.

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Essa é a minha página inicial da Advise, pelo convênio com a OAB/SP. Conforme consta da imagem, é possível marcar compromissos em uma agenda online, agendar prazos com grau de prioridade, acompanhar publicações, etc. É muito útil. Não sei dizer, por ora, se é a mais indicada, pois nunca usei outra. Uso esta por conta do convênio com a OAB/SP.

A Advise possui convênio com a OAB dos seguintes Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.(Fonte)

Além da Advise, outras empresas e programas facilitam o acompanhamento de publicações e prazos. É possível criar uma estrutura de um escritório virtual, mesmo que trabalhando sozinho. Farei um post futuramente sobre programas e softwares que facilitam a vida do advogado..

Uma dica também é usar o calendário do Google, para quem possui email do "gmail", e agendar os prazos e audiências, configurando para que o próprio Google encaminhe um email avisando. É possível escolher com que antecedência você prefere receber o email (1, 2 dias antes, no mesmo dia, etc). Creio que isso seja possível em outros emails também.

3. Dar entrada em novas ações

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Além dos prazos a cumprir em processos já existentes, também precisamos dedicar parte do nosso tempo às novas ações. Captar clientes novos é seguido de dar entrada em novas ações, o que muitas vezes requer estudar o caso mais a fundo.

Quando o trabalho começa a se acumular, é comum que o advogado dê prioridade aos processos já em andamento, com prazos correndo, e acabe deixando de lado as novas ações, exceto as que possuam algum caráter de urgência.

Entretanto, o que para nós, advogados, pode ser apenas mais uma ação judicial, dentre tantas outras que temos, para o cliente pode ser a causa da uma vida! E a mora no ajuizamento de uma ação pode, aos olhos do cliente, ser um voto em desfavor do advogado.

Lembremos que advogados vivem de honorários, e nós PRECISAMOS dos clientes, como em uma simbiose. Tratar bem o cliente e deixá-lo satisfeito (na medida do possível, é lógico, já que também não fazemos milagre) é muito importante, sobretudo em começo de carreira.

Sendo assim, é também uma dica interessante reservar um dia da semana ou horários específicos para estudar os novos casos e redigir as exordiais. A peça exordial é de extrema importância, pois é ela que dará início a toda a demanda jurídica, sendo, pois, o ponta pé inicial de um processo. De tal forma, a peça exordial deve ser redigida com cautela, buscando a melhor fundamentação possível.

Obviamente, organizamos as iniciais por ordem de urgência, mas lembre-se sempre de respeitar o cliente, porque ele está esperando o ajuizamento daquela ação.

4. Você deve satisfações aos seus clientes

Uma vez ajuizada a ação, é comum que surja alguma situação que cause dúvida ao cliente. Sendo assim, ele vai te procurar durante o andamento do processo, seja por telefone, email ou até whatsapp.

Muitas vezes estamos naquela correria de audiência, consultas, prazos e mais prazos vencendo, e acabamos deixando de lado aquela dúvida do cliente.

Atuar com transparência é de extrema importância, e a comunicação com o cliente deve ser uma prioridade. Lembrando que você precisa dele tanto quanto ele precisa de você (talvez mais, porque ele pode procurar outro advogado, e você vai perder o cliente).

Então vale salientar também que é bom reservar um horário para responder aos clientes antigos. Seja meia hora antes de dormir, seja logo que acordar, seja na hora do almoço, tanto faz. Basta ter um horário do dia em que você cheque se algum cliente enviou alguma pergunta, e responda com zelo e atenção, sem que isso atrapalhe a correria do dia a dia.

5. De olho nas finanças

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Isso é uma coisa que eu, particularmente, não tenho muita paciência para fazer, mas quando se advoga sozinho, é necessário.

É muito comum o parcelamento dos honorários advocatícios devidos em razão de um ou outro serviço. E o que no começo eram duas ou três parcelas de clientes diferentes, pode chegar a várias parcelas de vários clientes, e com vencimentos em dias diferentes.

É bom sempre checar se os clientes estão pagando em dia e, caso não estejam, realizar a cobrança. Afinal, nosso trabalho tem um custo, e advogados também possuem contas para pagar. Ninguém trabalha de graça.

Primeiramente, faça sempre uma estimativa de quanto deverá ganhar em cada mês, considerando as parcelas que cada cliente deverá pagar. A estimativa serve para um controle geral, mas é difícil contar com o dinheiro que ainda não está na sua conta, por mais que ele seja seu por direito. Sendo assim, sempre deixe uma margem. Por exemplo, se você estima que ganhará x no próximo mês, calcule 2/3 de x para pagar suas contas e outros compromissos que venha a adquirir nesse período, e 1/3 de x como margem daqueles clientes que não pagam em dia (pode ser que esse dinheiro não entre na sua conta quando deveria, e se você estiver esperando por ele pode ser um problema).

Sabendo em média quando deveria ganhar em cada mês, estipule um dia do mês para checar o saldo, e ver se o valor total confere com o que você estava esperando. Se estiver faltando algum valor considerável, cheque no extrato quais clientes pagaram e quais não pagaram.

Cobrar o cliente é uma tarefa chata e muitas vezes indelicada. Mas tenha em mente que é seu direito cobrar o cliente pelo pagamento referente ao seu trabalho. Você fez a sua parte, agora o cliente precisa fazer a dele. Ademais, não é um favor que você está cobrando: é o seu pagamento pelo seu serviço.

Uma boa dica é enviar um email ao cliente, perguntando se ele efetuou aquele depósito no dia tal, e, se sim, peça para enviar um comprovante, "pois não consta do saldo esse valor".

Lembre-se de que o contrato de honorários advocatícios pode estipular um percentual de multa e de juros em caso de inadimplência, bem como estipular a rescisão contratual quando a inadimplência for superior a um determinado período. Também é possível acrescentar ao contrato uma cláusula de vencimento antecipado das parcelas em caso de inadimplência.

Para não perder o cliente, vale tentar negociar. Mas é sempre aconselhável lembrar o cliente das cláusulas contratuais, incluindo a multa, os juros, correção monetária, e o vencimento antecipado das demais parcelas.

Em casos extremos, havendo um contrato assinado, a Execução é sempre uma saída. Mas busque sempre efetuar a cobrança por meios extrajudiciais primeiro, sobretudo por texto.

E fica a dica: evite contar com o dinheiro que ainda não está na sua conta bancária.

6. Mantenha-se atualizado

Além de estudar os casos nos quais você está atuando, é sempre bom manter-se atualizado. Busque sempre dar, ao menos, uma lida em jurisprudência, Súmulas, um novo entendimento do STJ, do STF, bem como uma lei que foi aprovada semana passada.

O Direito está em constante mutação, e um bom advogado sempre precisa estar atualizado.

Reserve, também, um dia da semana, mesmo que seja só por meia hora, para dar uma lida em atualidades jurídicas daquela semana. Se surgir um assunto muito interessante (por exemplo, o Novo CPC), invista um pouco mais de tempo em um curso de atualização. Mas para assuntos do cotidiano, muitas vezes uma lida em uma matéria publicada na internet pode ser uma porta aberta para novos clientes.

7. Lazer é um direito constitucional de todos

Trabalhar é necessário e investir no trabalho também. Devemos nos atualizar, sanar dúvidas de clientes, acompanhar processos em andamento, cumprir prazos e buscar novos clientes e novos casos.

Entretanto, lazer também é um direito do advogado, como todo mundo. E se você permitir, logo estará trabalhando feriados e fins de semana. Às vezes o volume de trabalho é grande demais e acaba por exigir que passemos algumas horas dos fins de semana trabalhando. Mas não esqueça de tirar uma tempinho de folga, para curtir a família, os amigos, e distrair um pouco.

Dar uma pausa ajuda, inclusive, a render mais no trabalho, pois um cérebro sobrecarregado não funciona direito.

Para não enlouquecer no meios dos processos, estabeleça horários para trabalhar e horários para descansar. Para quem trabalha em casa muitas vezes é ainda pior, pois há os que não param nunca e os que não conseguem se concentrar no trabalho, pois ali também está a televisão, a geladeira, etc.

Então mesmo quando estiver em casa, estabeleça horários. Por exemplo: das 8h às 12h. Pausa para o almoço. Volte às 14h, até às 18h. Pausa para um lanche. Por fim, tire meia horinha para responder emails de clientes, antes de assistir a novela, ou bater um papo com seu marido, esposa, filhos, ou sair com amigos. Uma boa dica também é desligar o celular (ou deixar no modo silencioso) nos horários em que não estiver trabalhando. E guarde ao menos parte do fim de semana e feriado para relaxar, e aproveitar também a vida, porque ninguém é de ferro.

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Gerenciar o trabalho é o segredo para crescer na advocacia. Advogar sozinho pode parecer loucuras algumas vezes, sobretudo quando o volume de trabalho cresce e começamos a acumular tarefas infindáveis. Mas é uma opção para quem quer fugir de grandes escritórios. Pegando o jeito, não é tão difícil. E, apesar de muitas vezes ser cansativo, vale a pena!

Leia mais no blog Diário da Vida Juridica.

AVISO IMPORTANTE

Este texto foi originalmente publicado no blog Diário da Vida Jurídica (DVJ), postado pela Dra Camila Sardinha. A reprodução parcial ou integral deste somente é autorizada mediante a manutenção dos créditos e de sua fonte original.

181 Comentários

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Dra. Camila, parabéns pelo seu texo, foi muito proveitoso. Eu acrescentaria mais uma dificuldade, principalmente para quem nunca trabalhou em um escritório de advocacia, como eu.
Quem decide trabalhar sozinho, mesmo tendo um bom conhecimento teórico, sofre muito na parte prática, no dia a dia dos Fóruns, com os termos que você nunca tinha ouvido antes na faculdade, pois as faculdades não dão nenhuma prioridade nisso. Você tem que aprender "na marra" e as vezes até passa vergonha. Abraços ! continuar lendo

Boa noite, Dr! Fato, já passei muita "vergonha" de não saber fazer algumas tarefas práticas, sobretudo diligências, e ter que pedir ajuda a qualquer um que estava passando ao meu lado. Aliás, conheci bons amigos assim rsrs.

Abraço! continuar lendo

Luis..... exatamente assim!
Abraços e sucesso. continuar lendo

Não acho vergonha nenhuma recorrer a colegas e, até mesmo a juizes e serventuarios. Tenho recebido e dado ajudas e toques ao longo de meus 40 anos de carreira solo e, ainda hoje me permito consultas a colegas, às vezes para dirimir uma pequena insegurança. continuar lendo

Concordo Dr Luis!
Há pessoas que ajudam (principalmente outros advogados). mas há alguns serventuários judicias que se esquecem que são servidores públicos, e o advogado, apesar de essencial à jurisdição, está a procura de prestação desempenhada pelo Estado.
Quanto as faculdades, realmente a maioria não se preocupa com a parte prática do curso...infelizmente. continuar lendo

Dr. Luis, imagino bem a situação, formei ano passado e estou no dilema, se começo sozinho ou se procuro um escritório; apareceram algumas "coisinhas" para fazer mas ainda não tive coragem de dar este primeiro passo...
A prática causa temor....
boa sorte e um forte abraço! continuar lendo

Neandro, também comecei a pouco tempo e passei por essa insegurança, minha solução foi entrar num escritório e expor minha situação e pedir ajuda, eu tive o apoio dos colegas e o chefe geral sempre corrigia as peças, até que eu me sentisse segura.
Hoje estou trabalhando sozinha, finalmente. continuar lendo

rsrsrs, parece até que as histórias se repetem, mas é isso mesmo. Já pedi ao juiz que me orientasse em um caso, e a última vez foi meu professor, fui até a faculdade esperei sair da sala e assim conversei com ele rsrsrs. Pois é, ainda sou do tipo que prefiro ser idiota por um minuto do que perder o cliente e dinheiro pelo resto da vida! Quem tem fé e garra faz isso. Ponto para nós, caras de pau! continuar lendo

Dra. Camila,

Seu texto conseguiu reunir todos os aspectos que estou vivenciando. Agradeço imensamente os alertas que foram dados.

Tenho bastante dificuldade na parte financeira, em razão dos clientes que não gostam de pagar os honorários no prazo ajustado. Pensei até em utilizar maquineta de cartão de crédito. Vou estudar melhor a ideia e tentar colocar em prática.

Agradeço o texto brilhante! continuar lendo

Dr Paulo, boa noite! Realmente clientes maus pagadores são um problema para todos nós. Trabalhar com cartão de crédito é uma possibilidade (se me permite, aconselho usar o pagseguro). Emitir boletos também é uma opção. Eu tenho adotado a prática de enviar um email para os clientes cinco dias antes do vencimento de cada parcela, lembrando da data do vencimento e do valor a ser pago. As cláusulas de juros, multa e vencimento antecipado também são bem úteis nos contratos de honorários advocatícios. Em última instância, recorra à Execução. Por isso, nunca trabalhe sem contrato assinado. Sucesso! Abraço! continuar lendo

Dr Paulo, boa tarde! Sou contador e graduando em Direito, talvez eu consiga ajudar os colegas advogados na questão financeira, haja visto eu ter uma boa experiência na área e possuir uma ferramenta que pode ser utilizada via web facilitando e muito a questão no ponto de vista da organização. Também importante ressaltar que atualmente com a ampliação do "Simples" os escritórios advocatícios podem aderir a esse regime fazendo uma grande diferença na questão tributária em se tratando de PF e PJ.
Estou a disposição através do mail borgesalencar@hotmail.com
att

José de Alencar Borges continuar lendo

Ainda hoje tenho dificuldades com o recebimento dos honorários, já que é praticamente impossivel fazer trabalhos a vista. continuar lendo

Dicas muito úteis, Camila! Estava pensando mesmo sobre este assunto ultimamente. Obrigada por nos brindar com mais um excelente texto! Abraço! continuar lendo

Eu que agradeço, Luíza! Espero ter ajudado em alguma coisa. Abraço! continuar lendo

As argumentações a respeito do advogado que trabalha sozinho estão perfeitas. Como a advocacia é uma atividade que privilegia o debate, acho que a falta de um colega ao lado, faz uma tremenda falta. Aliado a isso, se voce tem um parceiro no escritório, todas as atividades podem ser divididas.
Parabéns pelo oportuno texto. continuar lendo

Nilson.... ratifico o que escreveu. Um colega para discutir um caso... como é proveitoso.
Abraço e,

poderíamos formar um grupo, equipe, dueto, enfim... aqui no Jus. Não sei como seria a forma, apenas surgiu esse pensamento.
Sucesso. continuar lendo

Nilson, com certeza! Acredito que sempre aprendemos uns com os outros. A minha ideia de escrever um blog para advogados iniciantes e estudantes de Direito nasceu, em verdade, exatamente disso: da ajuda que tive de muitos Nobres Colegas quando eu estava perdida no meu começo de carreira. Já dizia o ditado: "duas cabeças pensam melhor do que uma". No caso, eu atuo como autônoma, mas participo de vários grupos de discussão de casos, e tenho alguns amigos muito queridos com quem discuto casos reais também. Adorei a ideia da Dra Rosaury sobre formarmos um grupo do Jus Brasil. Abraço! continuar lendo